Jovens estão resgatando iPods para escapar das distrações dos smartphones. O aparelho da Apple, lançado há mais de 20 anos, voltou à rotina da Geração Z não apenas por nostalgia, mas principalmente por não ter notificações, algoritmos ou feeds infinitos. Segundo relatos, o celular passou a atrapalhar atividades como treinos, estudos e deslocamentos devido às constantes interrupções.

A demanda pelo dispositivo cresce: o Enjoei registrou alta de 47% no valor total de iPods vendidos no primeiro trimestre de 2026 ante o mesmo período de 2025, enquanto a OLX viu as buscas aumentarem 18,9% em abril de 2026 na comparação anual. Usuários como Emanuelle, Lisandra e Cláudio contam que voltaram a baixar músicas manualmente no computador para transferir ao iPod, um processo que consideram revigorante e que devolve autonomia, já que não há sugestões automáticas. O especialista Filipe Esposito destaca que a combinação iPod e iTunes ajudou a combater a pirataria e consolidou o produto. Para a ciberpsicóloga Angelica Mari, a tendência reflete uma busca por tecnologia com limites mais claros e uma recusa simbólica à hiperconectividade.

Perspectiva de Mercado

A Apple não é mencionada como ação específica no artigo, que trata de tendência de consumo. Portanto, para o cenário geral: o Nasdaq Composite pode apresentar volatilidade moderada, influenciado por incertezas macroeconômicas; o ouro tende a se manter como porto seguro diante de pressões inflacionárias; o Bitcoin pode enfrentar resistência em meio a regulamentações mais rígidas.


Fonte: G1 Economia

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